Crítica: ARQ (2016, Tony Elliot)




O novo longa-metragem produzido pela Netflix é um filme com loop no tempo, cheio de tensão. Com uma história ridiculamente simples consegue nos prender a cada cena. Vem conferir o que achamos!


O filme é protagonizado por atores já conhecidos das telinhas, Robbie Amell (irmão do Arrow) e Rachael Taylor (melhor amiga de Jessica Jones), com a direção de Tony Elliot, que para quem não sabe é produtor de Orphan Black, criam uma história no futuro pós-apocalipse nuclear. Como eu disse antes, o enredo é simples: Renton (Robbie Amell) acorda do que parece ser um pesadelo, em que três homens invadem sua casa e fazem ele e Hannah (Rachael Taylor) de reféns. Entretanto, ele é morto e seu sonho parece se repetir todas as vezes. Então ele percebe que na verdade o dia está se repetindo e ele e Hannah precisam fazer de tudo para continuar vivos.




A cada volta ao passado novas peças desse quebra-cabeça que parece não ter fim são descobertos. Aos poucos percebemos que o tempo está sendo manipulado por uma máquina denominada "ARQ", criada para ser uma fonte de energia infinita, mas que na verdade, está voltando o tempo. O filme se passa quase integralmente dentro da casa de Ren, que mais parece um esconderijo. Quando achamos que chegamos a conclusão do que está acontecendo boom, o tempo é reiniciado e precisamos nos adequar ao novo recomeço, os problemas e as soluções que devem ser encontradas dessa vez. 


Em determinados momentos, fiquei meio perdida com o roteiro que não perde tempo dando explicações maiores sobre o que começou a guerra que os personagens sempre se referem ou o que seria a TORUS, empresa que está atrás do ARQ. Efeitos especiais se resume em uma luva que dá choque usada pelo protagonista. O forte aqui são as situações em si. Vamos entendendo o filme conforme os personagens entendem o que está acontecendo. A tensão, a fotografia dando um ar de desesperança e nervosismo, 'ARQ' é uma mistura de filmes que estão por aí, sem ser comparado com nenhum. Traz um roteiro diferente e com uma ótima direção que salva o filme em alguns aspectos. Esperava mais pelo trailer, mas não é de se jogar fora.



Direção: Tony Elliot.

Elenco: Rachael Taylor, Robbie Amell, Adam Butcher, Gray Powell, Jacob Neayem, Shaum Benson. 


Sinopse: A trama é situada em um futuro distópico, onde corporações lutam com as nações mais poderosas, em busca das últimas fontes de energia da Terra. Nesse cenário, Renton (Amell) e Hannah (Rachael Taylor) tentam salvar uma tecnologia experimental, que pode acabar com as guerras. O problema é que a tal tecnologia criou um loop temporal, que deixa ambos revivendo a invasão de sua casa todos os dias.



Trailer:




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Natália Vieira

Gosto de filmes e sou viciada em séries e música boa. Não tem muito o que dizer depois disso.

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